{"id":175,"date":"2017-08-30T05:19:46","date_gmt":"2017-08-30T02:19:46","guid":{"rendered":"http:\/\/rotasetrilhas.com\/newsite\/?p=175"},"modified":"2018-04-21T04:30:50","modified_gmt":"2018-04-21T01:30:50","slug":"expedicao-atacama-uma-aventura-incrivel-e-imperdivel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rotasetrilhas.com\/newsite\/2017\/08\/30\/expedicao-atacama-uma-aventura-incrivel-e-imperdivel\/","title":{"rendered":"Expedi\u00e7\u00e3o Atacama \u2013 uma aventura incr\u00edvel e imperd\u00edvel"},"content":{"rendered":"<div class=\"entry-content\">\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-1020\" src=\"http:\/\/rotasetrilhas.com\/noticias\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/IMG_0602-300x144.jpg\" alt=\"IMG_0602\" width=\"300\" height=\"144\" \/><\/p>\n<p style=\"background: white; vertical-align: baseline; margin: 0cm 0cm 16.75pt 0cm;\"><span style=\"font-size: 12.5pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444;\">O que dizer da Expedi\u00e7\u00e3o Atacama\u2026 \u00e9 muita coisa que pode ser dita. Mas, principalmente, que todos que v\u00e3o, querem voltar! \u00c9 100% de satisfa\u00e7\u00e3o. At\u00e9 mais. A paisagem \u00e9 deslumbrante. A cada curva tudo pode mudar. A vegeta\u00e7\u00e3o, as cores, a altitude, a altura das montanhas, dos vulc\u00f5es, etc\u2026.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<p style=\"background: white; vertical-align: baseline; margin: 0cm 0cm 16.75pt 0cm;\"><span style=\"font-size: 12.5pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444;\">Mas qual a vantagem de ir de carro? N\u00e3o d\u00e1 para ir ao Atacama de avi\u00e3o? D\u00e1 sim. Mas, na minha vis\u00e3o, e de todo mundo que um dia foi de carro, ir de avi\u00e3o n\u00e3o tem gra\u00e7a, voc\u00ea perde no m\u00ednimo 60% da viagem\u2026 O Atacama em si \u00e9 belo, \u00e9 maravilhoso, mas cruzar a cordilheira dos Andes \u00e9 indescrit\u00edvel.<\/span><\/p>\n<p style=\"background: white; vertical-align: baseline; margin: 0cm 0cm 16.75pt 0cm;\"><span style=\"font-size: 12.5pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444;\">A viagem sai de Porto Alegre e atravessa o Rio Grande do Sul. At\u00e9 aqui, eu diria que \u00e9 chata. Complicada. Estradas no Brasil s\u00e3o ruins, mal sinalizadas, gente barbeira. Mas, ao cruzar a fronteira, tudo muda! E como muda! Andar de carro na Argentina \u00e9 muito bom, agrad\u00e1vel, e seguro! As estradas, via de regra, s\u00e3o \u00f3timas, o asfalto \u00e9 bom ou est\u00e1 sendo recuperado, s\u00e3o bem sinalizadas e o transito flui.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-1021\" src=\"http:\/\/rotasetrilhas.com\/noticias\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/IMG_8318-300x200.jpg\" alt=\"IMG_8318\" width=\"300\" height=\"200\" \/><\/p>\n<p style=\"background: white; vertical-align: baseline; margin: 0cm 0cm 16.75pt 0cm;\"><span style=\"font-size: 12.5pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444;\">S\u00f3 no cruzar a fronteira que a aventura come\u00e7a, e descobrir coisas novas se torna parte da rotina. Ver os carros, as cidades, as pessoas, as comidas, tudo \u00e9 muito legal e din\u00e2mico. Al\u00e9m do que o entrosamento do grupo vai aumentando a cada dia.<\/span><\/p>\n<p style=\"background: white; vertical-align: baseline; margin: 0cm 0cm 16.75pt 0cm;\"><span style=\"font-size: 12.5pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444;\">Passar o rio Paran\u00e1, com sua ponte de 2 km de comprimento. O Chaco! Pampa Del\u00a0Infierno, e seu calor infernal (nem sempre, mas via de regra\u2026). E chegar em Salta La Linda! Que cidade!\u00a0 Realmente \u00e9 uma cidade incr\u00edvel. Com pra\u00e7as, ruas, museus, restaurante, bares, Cerveja Salta, empanadas Salte\u00f1as, e com uma coisa que a maioria dos brasileiros j\u00e1 se esqueceu como \u00e9: seguran\u00e7a!!! Pode-se andar tranquilamente no centro hist\u00f3rico sem medo, a qualquer hora! Tem policia em tudo que \u00e9 esquina! \u00c9 tudo limpo, \u00e9 tudo muito impressionante e tudo muito, muito, muito diferente do que estamos acostumados nas cidades grandes brasileiras.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; background: white; vertical-align: baseline;\"><span style=\"font-size: 12.5pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444;\">Mas e a\u00ed sim, estamos no p\u00e9 da cordilheira. A cordilheira dos Andes! M\u00edstica! Imponente. Ao pegar a estrada e come\u00e7ar a subir ainda n\u00e3o se tem no\u00e7\u00e3o de\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; background: white; vertical-align: baseline;\"><span style=\"font-size: 12.5pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444;\">tudo que se vai ver\u2026 mas\u00a0a primeira coisa que realmente chama a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 o tamanho das coisas\u2026 dos vales, das montanhas,\u00a0 das subidas, das retas, dos cactus, de tudo! A diferen\u00e7a entre onde estamos e o topo das montanhas \u00e9 gigante\u2026 Os vulc\u00f5es\u2026 E de repente se encontram Lhamas na estrada. Que bichinhos interessantes e bonitos! Mais alto tem as Vicu\u00f1as. Eventualmente algum Zorro Andino ou uma Lebre Andina.<\/span><\/p>\n<p style=\"background: white; vertical-align: baseline; margin: 0cm 0cm 16.75pt 0cm;\"><span style=\"font-size: 12.5pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444;\">E os salares\u2026 ah, os salares, branquinhos, com seus Flamingos e outros animais. \u00c9 incr\u00edvel.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-1022\" src=\"http:\/\/rotasetrilhas.com\/noticias\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/IMG_8320-300x200.jpg\" alt=\"IMG_8320\" width=\"300\" height=\"200\" \/><\/p>\n<p style=\"background: white; vertical-align: baseline; margin: 0cm 0cm 16.75pt 0cm;\"><span style=\"font-size: 12.5pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444;\">Andamos muito aci<\/span><span style=\"font-size: 12.5pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444;\">ma dos 4000m de altitude\u2026 chegamos a mais de 4500m facilmente. E o\u00a0espet\u00e1culo da natureza, do \u00e1rido, das cores das montanhas nuas, com os min\u00e9rios expostos, de in\u00fameras erup\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas do passado. Algumas verdes, outras roxas, amarelas, cinzas, brancas, avermelhadas, e algumas com todas as cores tudo junto, ou em camadas. E de vez em qu<\/span><span style=\"font-size: 12.5pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444;\">ando somos brindados com a neve no topo das montanhas acima dos 5000m de altitude. \u00c9 de tirar o f\u00f4lego\u2026 e gastar muita mem\u00f3ria da maquina fotogr\u00e1fica.<\/span><\/p>\n<p style=\"background: white; vertical-align: baseline; margin: 0cm 0cm 16.75pt 0cm;\"><span style=\"font-size: 12.5pt; font-family: 'Arial','sans-serif'; color: #444444;\">Isso, isso \u00e9 o que n\u00e3o se v\u00ea indo de avi\u00e3o. Levamos 6 dias para chegar a San Pedro de Atacama (CHI), normalmente. E \u00e9 curtindo cada possibilidade de local no meio do caminho. Cada montanha. Cada pedra. Cada curva.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que dizer da Expedi\u00e7\u00e3o Atacama\u2026 \u00e9 muita coisa que pode ser dita. Mas, principalmente, que todos que v\u00e3o, querem voltar! \u00c9 100% de satisfa\u00e7\u00e3o. At\u00e9 mais. A paisagem \u00e9 deslumbrante. A cada curva tudo pode mudar. A vegeta\u00e7\u00e3o, as cores, a altitude, a altura das montanhas, dos vulc\u00f5es, etc\u2026. 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